O dilema dos Vistos – Caminhos Cruzados

Conhecem o projecto Caminhos Cruzados? Dois amigos decidiram largar tudo e estar um ano fora de Portugal. Durante esse ano vão-nos manter a par de todas as aventuras através do site oficial do projecto e das redes sociais (podem-nos seguir no Facebook e no Twitter).

A Diplomata Tours deu a sua colaboração para o arranque deste projecto, através da obtenção de alguns dos vistos necessários por estes aventureiros, mas melhor será ler as palavras do Rui:

“Quando começamos a planear mais própriamente os primeiros dias da viagem percebemos desde logo que iriamos ter uma dor de cabeça chamada “Vistos”.

Sim porque se o Mundo está cada vez mais “aberto” ainda existem alguns países que continuam a complicar. E justamente alguns desses são os 3 primeiros para onde vamos: Rússia, Mongólia e China.

Basicamente todos tinham as suas exigências mais ou menos estranhas, mas todas tinham um obstáculo grande para quem como nós queremos fazer uma viagem autonoma com o minimo de datas marcadas, exigiam comprovativos de entrada e saida do país.

Depois de muitas investigações online, alguns telefonemas para as embaixadas e duma deslocação à embaixada da Rússia descobrimos que era um pouco mais complicado que parecia.

Resolvemos então pedir ajuda a profissionais e assim contactei a Diplomata Tours e o Nuno, o dono, foi fantástico na ajuda prestada. Conseguiu arranjar-nos os vistos para a China e Rússia em tempo útil ultrapassando alguns obstáculos mais ou menos complicados como o referido acima.

No entanto e só para terem uma noção das exigências para a obtenção dos vistos para estes países:

Rússia:
– Confirmação do itinerário da agência viagem em Russo e com carimbo
– Carta convite de uma agência Russa
– Seguro com algumas exigências
– Comprovativo de entrada e saida

China:
– Comprovativo de entrada e saida
– Declaração entidade patronal e cópia recibo vencimento (serviu para o Jorge)
Como eu sou desempregado neste momento tive de apresentar:
– Carta com os motivos da visita
– Cópia do extracto bancário assinada pelo banco

Assim e depois de comprar o Transiberiano algumas destas coisas foram resolvidas e as que não foram o Nuno e a Diplomata Tours resolveram.

Neste momento já temos os passaportes com os vistos da China e da Rússia!

O Visto para a Mongólia foi outra história uma vez que não existe Embaixada da Mongólia em Portugal e os custos para os pedir daqui são enormes. A solução encontrada foi entrar em contacto com a agência a quem compramos o bilhete do Transiberiano e vamos fazer o visto da Mongólia quando chegarmos a Moscovo a quase metade do preço.

Quanto aos restantes vistos vamos tratar deles à medida que forem necessários.”

Desejamos ao Rui e ao Jorge uma excelente aventura!